terça-feira, 16 de abril de 2013

MICROSOFT CRESCE APENAS 3% EM 6 ANOS


Desde o lançamento do iPhone, em 2007, as ações da Microsoft cresceram apenas 3%.
A informação é dada pela analista Heather Bellini, da Goldman Sachs. Segundo ela, nesse mesmo período, as ações da Apple apresentaram um crescimento de 260% enquanto a Samsung verificou um aumento do seu valor em 170%.Os números, obviamente, não agradam os investidores da empresa, e para a analista, as perspectivas não são muito animadoras.
As vendas do Microsoft Surface foram consideradas “modestas” pelo próprio CEO da Microsoft, Steve Ballmer. Além disso, a queda nas vendas de PCs, que foi de 14% no ano passado, também afecta diretamente a empresa, que domina esse segmento.
Como soluções imediatas, Bellini não vê outra saída senão a redução de preços para minimizar a situação. A Microsoft pode reduzir o preço do seu tablet e também da versão do SO que coloca nos computadores de marcas como a Dell ou a HP de forma a aumentar o volume de vendas.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A imortalidade virtual ao alcance de todos


Enquanto seus avós deixaram apenas algumas fotos amareladas, os aposentados de hoje têm a capacidade de legar um registro completo de suas vidas. Pessoas em cinquenta, 100, até mesmo 500 anos poderão ver como seus antepassados eram, ouvi-los falar, aprender sobre suas aspirações e conquistas e até sobre suas viagens de férias.
Ron W. Henriksen, um aposentado de 66 anos de Houston, afirmou que o nascimento de seus sobrinhos levou-o a contratar uma empresa para produzir um filme sobre sua mãe de 98 anos que combina fotos antigas, recortes de jornais e documentos de família com entrevistas ao vivo. "Percebi que haveria gerações de nossa família que nunca conheceriam essa mulher notável", disse ele. "E um projeto como esse se tornou viável apenas nos últimos anos".
Duas forças principais estão orientando a imortalidade virtual. A primeira e mais óbvia são tecnologias relativamente novas, hoje tão comuns que as pessoas as subestimam: câmeras de vídeo baratas, programas de edição, computadores e sites de mídia social. Eles permitem que as pessoas tirem milhares de fotos e gravem centenas de horas de vídeo, registrando facilmente qualquer ideia que lhes surgir.
Durante séculos, as pessoas registraram suas vidas em diários. Mas isso era "um impulso bastante estranho, adotado por um fragmento da população", segundo Thomas Mallon, cujas obras incluem "A Book of One's Own: People and Their Diaries". Manter um diário era trabalho duro: exigia tempo, esforço e vontade.
Hoje, muitas pessoas estão criando diários virtuais sempre que entram na internet ou tiram uma foto com seu celular.
Essas tecnologias acompanham uma mudança cultural mais ampla, que reconhece a importância das vidas comuns.
A mudança está ajudando a redefinir o conceito de história, conforme as pessoas subitamente possuem as ferramentas e o desejo de registrar as vidas de quase todo mundo. O antigo problema que assolava os historiadores – a falta de informações – foi superado.
Mas a facilidade de registros também tem um revés: o problema do excesso de informação. Esta é uma faceta dolorosamente familiar aos historiadores profissionais. H.W. Brands, professor da Universidade do Texas, em Austin, leu todos os 35 volumes dos escritos de Benjamin Franklin para sua biografia do fundador dos EUA, "The First American" (2000). O foco de seu próximo livro, o presidente Ronald Reagan, deixou mais de 60 milhões de documentos.
"O desafio à frente estará mais em identificar o material que interessa do que em propriamente encontrar material", afirmou ele.
Os aposentados enfrentam um problema similar. Eles precisam fazer a pergunta difícil: quanto tempo os seus descendentes – ou mesmo seus parentes vivos – realmente querem gastar revivendo suas vidas? É mais provável serem 20 horas ou apenas duas?

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Jornal Americano quer vender sua sede


O "Washington Post", tradicional jornal norte-americano, publicou na edição de ontem um anúncio sobre a venda de sua sede, localizada no centro da capital do país, em região próxima à Casa Branca. O anúncio não era assinado pelo grupo, mas por por uma grande imobiliária dos Estados Unidos.
A intenção de vender a sede do jornal foi anunciada em fevereiro deste ano pela publisher do grupo, Katharine Weymouth. De acordo com o governo de Washington, o conjunto de três prédios do grupo está avaliado em US$ 80 bilhões.
A medida está sendo tomada em meio à forte redução de assinantes e receitas do diário

Venda online de produtos sexy shop cresce


Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme) apontam para um crescimento de 15% nas vendas do setor em 2012. Os números foram apresentados durante o primeiro dia da vigésima edição da Erotika Fair, principal evento do setor, que acontece em São Paulo até domingo (7).
Parte do bom desempenho, de acordo com a entidade, tem a ver com as vendas porta a porta. O Brasil tem cerca de 85 mil consultores no setor – responsáveis, segundo o levantamento da Abeme, por agregar novos consumidores ao segmento, em especial na classe C.
As mulheres são as que mais compram esses produtos. No caso das vendas feitas por consultores do sistema porta a porta, elas representam 88% do total de consumidores (12% são homens). Quando o canal de venda são os sexshops tradicionais, a presença masculina é maior do que na venda direta: 35%. Mas as mulheres ainda são dominantes entre esses clientes, com 65% das vendas. No caso das compras virtuais, 60% são feitas pelo público feminino, 30% pelo masculino e 10% não mencionam o sexo ao fechar o negócio.
Entre as redes sociais, as que mais influenciam nas vendas virtuais de itens eróticos estão o Facebook (65%), Twitter (23%) e Orkut (12%).

quarta-feira, 3 de abril de 2013

SBT tira público da Globo e da Record no horário nobre


O SBT cresceu 18% em audiência na faixa nobre (das 18h à meia-noite) nos últimos 12 meses.
A média do horário foi de 6,4 pontos em março deste ano (cada ponto corresponde a 62 mil domicílios na Grande São Paulo).
No ano passado, emissora registrou 5,4 pontos de ibope em março de 2012.
Globo e Record perderam público na faixa horária no mesmo período.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quarta-feira (3).

Coca-Cola Clothing fecha lojas para ajustar operações


Quem passar esta semana pelo shopping Mooca Plaza, na capital paulista, vai encontrar a loja da Coca-Cola Clothing fechada. Um aviso colado na porta diz que o ponto de venda permanecerá inoperante até o dia 04 de abril para “troca de coleção”.
Na verdade, não é bem este o motivo. Com pouco mais de um ano de vida, a marca licenciada pela AMC Têxtil — dona das grifes Forum, Tufi Duek, Triton, Colcci, Carmelitas e Sommer —, começa a fazer alguns ajustes.
A unidade do shopping Mooca está mudando de dono. “O antigo proprietário tinha um perfil mais de investidor do que de lojista. Além disso, o atual dono queria adquirir duas lojas novas e outras duas já em operação. Uma delas será a do shopping Mooca”, afirma André Jorio, diretor de marca da Coca-Cola Clothing.
A loja deve permanecer fechada por um total de oito dias, mas o executivo não acredita em danos para a marca. “É claro que manter uma loja fechada não é bom. Foi acidente de percurso, mas faz parte. A Coca-Cola faz questão que a loja passe por um processo de auditoria antes que o novo proprietário assuma a operação”, diz Jorio.
Já na loja do shopping Eldorado, fechada há dois meses, o problema foi o tamanho da área de venda. Com apenas 20 metros quadrados, a unidade chamava atenção pelo pequeno espaço no qual vendedores, clientes e manequins tinham que se espremer. “A unidade do Eldorado foi um erro. Chegamos a conclusão que precisamos de no mínimo 60 metros quadrados para a operação”, diz Jorio. A loja do Eldorado será reaberta mas em um espaço maior e sob uma nova gestão.

“Do ponto de vista do consumidor, não se trata de um prejuízo para a marca manter uma loja fechada por algum tempo. Mas estes acontecimentos mostram que os franqueadores precisam ser mais ágeis na identificação de problemas”, afirma Adir Ribeiro, especialista em franquias da Praxis Business.
Meta 
Em meados de 2012, quando ainda tinha oito lojas em operação, o objetivo era encerrar o ano com 20 franquias. E Jorio conseguiu. Hoje são 21 lojas em funcionamento. Mesmo tendo cumprido seu plano, o executivo prefere não divulgar seus novos passos.
“O ano passado foi maravilhoso para nossa operação, mas o mercado está de olho. Nossa equipe de criação, por exemplo, tem sido muito assediada pela concorrência. Por isso prefiro não dar muitas pistas para a concorrência sobre o que vamos fazer”, afirma.
A Coca-Cola Clothing atrai um perfil de clientes entre 18 e 22 anos. Com um tíquete médio de R$ 180, a rede lança 700 itens por trimestre. As roupas usam como inspiração a marca de refrigerante mais famosa do mundo, mas apenas 20% das peças de uma coleção dão destaque para o logotipo. 
O executivo admite que tem um determinado público que prefere não usar peças nas quais a marca do refrigerante se destaca. Assim como aconteceu com a famosa bebida, a meta de Jorio é fazer as roupas da marca serem consumidas sem restrição de classe social ou idade. 
Além de São Paulo, a rede possui lojas no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Sergipe, Pernambuco, Mato Grosso e Distrito Federal.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Robercley Pereira ministra palestra para Executivos de negócios sobre Elearning para empresas.


Robercley foi convidado pelo grupo GRH (Gerentes Recursos Humanos) para mostrar a tendência da Elearning no mundo corporartivo.
“A Elearning tem surgido como resposta para alunos que gostariam de estudar, porém não possuem tempo.  Grandes empresas tem validado o certificado desses alunos que passaram por esse processo, pois exige disciplina e foco para o estudo, tudo o que o mundo dos negócios necessita.”
Robercley foi responsável pela operação de uma Elearning com foco no ensino de idiomas, a English360 Brasil.
Um negócio concorrido no mundo dos negócios online.